A plenitude que a liberdade possui
Digamos que a liberdade esteja ligada ao nada mesmo que assim esteja a tudo. Entende?! Não segue rótulos e sua realidade crua e nua é de que ela não precisa ser entendida, muito menos explicada, só consegue ser vivida. Requer um jogo de confiança em si próprio e na convivência com os demais ao seu redor, além de uma cabeça aberta e livre de sentimentos de posse. Nascemos ligados a nossa mãe, porém após segundos nos tornamos livres, claro que com uma certa dependência até que venhamos a atingir a maioridade. Enfim, quando a atingimos, queremos vivenciar cada segundo dela como se fossem os últimos, como a fase da doce “soltisse” pela qual, um dia nos cansamos e queremos nos “prender” novamente.. parte-se daí o problema! Há uma diferença gigantesca em estar com uma pessoa e querer ser dono dela. Estar, requer primeiro o respeito e a confiança, que seguido pela sintonia e liberdade torna tudo no mais perfeito estado. Cada um antes de começar um relacionamento a dois, possuía uma vida única, com vontades próprias que não o incluíam, porém essa vida não morre e as vontades não somem só porque você chegou e ocupou algum espaço, diferentemente disso, vão surgir outras vontades que serão ligadas a você, sendo assim, uma soma e não uma troca. Não tente não entender isso, pois então, se preferir assim vai se juntar aos 80% dos amantes sofredores, tais quais querem possuir, ser donos, mandar.. e ainda acham que isso é o “verdadeiro amor”. Muito melhor é sentir que não se tem uma corrente ligando vocês e assim mesmo estar sempre perto, mesmo que longe, bom mesmo é sentir o prazer de vê-lo voltando por vontade própria, pela saudade.. Grude não é sinônimo de estar plenamente juntos, diferente da gramática, BONS relacionamentos mantém a base em algo que não se é exato. Pois então, tente experimentar a sensação de liberdade no quesito relacionamento, para que possa fazer parte dos 20%. Liberdade com respeito resulta-se em paz ao coração.
Juliana