Engenheiros britânicos concebem o “Rodo-elétrica”, um equipamento super ecológico e de grande utilidade. O rodo-elétrica, é parecido com lombadas para redução da velocidade, mas mais que isso, é uma verdadeira usina de energia elétrica movida pelo trafego do trânsito diario. O equipamento pode ser instalado em baixo de qualquer rua ou rodovia que dê espaço para o mesmo. O peso dos carros, ônibus e afins, movem a manivela que faz gerar a energia. De acordo com os inventores, instalado-o em uma rua de boa movimentação é possível abastecer a energia de duas casas de médio porte; manter de 4 a 5 semáforos ligados; ou manter em média de 50 postes acesos na rua. Imaginemos a grande economia causada com essa invenção? O sistema funciona tanto de dia quanto a noite e ainda pode armazenar energia com a presença de uma bateria, podendo usá-la quando o trânsito estiver mais calmo. O equipamento tem o custo de R$70 mil, tendo um tempo de durabilidade em torno de 12 a 15 anos. A primeira cidade a adquirir uma série de rodos, foi Paris. Esperamos agora, que isso se torne a cada dia mais visível em todas as cidades do mundo, trazendo-nos assim uma economia de grande importância para o meio-ambiente.
A pedido do meu diretor, venho falar sobre a seguinte frase. “Fala-se tanto da necessidade de deixar um planeta melhor para nossos filhos e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores para nosso planeta”
Pensemos juntos, qual é a necessidade de solução primária de tudo que vem acontecendo com o nosso planeta, desde o meio ambiente à politicagem. Lendo a frase acima, entendemos que a educação é o ponto de partida para a necessária mudança. De que adianta cogitar-se a possibilidade de mudança se não as fazemos de exemplo para nossas crianças? Pelas quais, são o futuro. A educação vem de berço e existem dois tipos de educação: a educação e a boa educação. Digamos que a diferença entre elas seja bastante notável, a boa educação transforma-nos em, além de pessoas educadas, pessoas com a boa consciência de responsabilidade, daí parte-se a solução. As crianças aprendem com o que mostramos, com o que fazemos e seguem os exemplos não sabendo se é certo ou errado, porém a responsabilidade de mostrá-las o melhor caminho é nossa. Estamos cientes disso não é de hoje, não adianta reclamarmos de nossos políticos pela má distribuição da educação, saúde e afins, se não as fazemos em casa, na rua. Também não adianta reclamarmos do caráter dos mesmos, se eles aprenderam de alguma forma a serem como são porque alguém os ensinou, pois ninguém nasce sabendo, então temos a plena consciência de que a “vírgula” na boa educação faz uma significativa diferença. Os exemplos são os mais simples possíveis, quando ensinamos a pequena mentirinha, conseqüentemente estamos ensinando que eles possam mentir com normalidade mais tarde, sendo preciso ou não. O outro exemplo pelo qual eu acho inadmissível é ver pessoas reclamando da imundice na cidade, das enchentes, mas vê-las jogando lixo na rua, seja lá um mínimo papel de bala que for, são esses pequenos atos que nos fazem ser o que somos hoje, e o que seremos amanha, caso não haja mudança. Depois dessa tragédia que ocorreu no Rio de Janeiro, ouvimos os assuntos de reestruturação da cidade e afins, mas não ouvimos dizer que a educação precisa ser investida de modo congruente às outras. Obvio que o que se é concreto é importantíssimo, mas ambas as partes possuem a mesma gravidade, sendo assim não vejo tanto poder moral para julgarmos e reclamarmos uns dos outros, até que nos tornemos pessoas com uma educação de berço exemplar.
Rio de Janeiro adquire equipamento de radar meteorológico para sistema de alerta a temporais e chuvas contínuas. Já temos um localizado no Pico do Couto, na divisa de Petrópolis com Miguel Pereira, e tem alcance de 400 quilômetros, pertencendo à Aeronáutica, porém esse tem o poder de prever alertas de temporais, já o novo, alcança 250 quilômetros e tem a tecnologia DOPLER, que consegue atravessar as nuvens e medir sua velocidade e direção. De acordo com o meteorologista Marcelo Pinheiro do climatempo, a importância do novo equipamento é detectar as nuvens mais baixas que operam após as tempestades, dando assim uma estimativa de tempo para as chuvas contínuas. O novo equipamento deverá ser instalado no Sumaré, tendo o custo de R$400 mil para recebê-lo, manutenção de R$25 mil e o custo de compra foi de R$2 milhões. Esse sistema vai nos ajudar a prevenir o Rio contra outros desastres.
Pesquisadores já encontram mais evidências de que pode existir água em Marte e Lua. Um levantamento feito em Houston indica existir depósitos de gelo em algumas crateras lunares, esses com pelo menos 2m de profundidade. Isso causou um debate para saber qual a melhor forma de se estudar o Sistema Solar e o Universo, entre as opções estão, missões tripuladas ou robôs e sondas. Em setembro, várias equipes haviam noticiado evidências de água, provavelmente congelada, em superfícies desérticas da Lua e de Marte, além disso, pesquisadores também afirmam já terem visto nevar em Marte. Mas por enquanto não há resultados concretos até que se faça o estudo mais aprofundado.
Sem tempo, amanha prometo escrever sobre os assuntos atuais novamente, há muito o que falar. Mas por enquanto fica aqui uma pala de um textinho feito agora..
"Minha intensidade me dá ordens a querer o extremo, o agora, o inteiro.. e mesmo que dure pouco, durabilidade intensa é lucro, dobra-se o tempo e prolonga-se a vida."
Liberado R$200 milhões para obras no Rio e redondezas afetadas pelas chuvas, R$35 milhões serão repassados para Niterói e mais R$35 para São Gonçalo. Afirma o governador Sergio Cabral que já estão sendo estudados projetos a serem elaborados com mais eficácia e segurança. As chuvas não param, meteorologia cogita que tempo só melhora a partir de terça feira 13/04. O trabalho continua intenso nos lugares mais afetados, mesmo com as chuvas, destaca-se ao menos a solidariedade no momento, mas ainda é pouco! Acrescentando, temos agora a ajuda do FGTS, que está liberando à famílias que perderam tudo, ou foram afetadas de alguma forma pela tragédia contínua, o valor é limitado a R$ 4.650. No momento, o balanço de desabrigados está entre 8 a 9 mil pessoas, e para concluir, o número de mortos estão em 219 pessoas.
Volto mais tarde ou amanha, com textos elaborados e bem detalhados sobre o assunto.
Digamos que, a prevenção é a melhor solução de fato. Estamos deixando de prevenirmos-nos por costume, falta de atitudes e princípios. Já nos fica claro que, não prevenindo, os problemas estão virando uma bola de neve e criando uma proporção gigantesca da qual não teríamos se tivéssemos mais percepção do obvio. O que eu quero dizer é que, com as tragédias causadas pelas chuvas vale-se lembrar que, precisamos refazer um plano de duração contínua com os cuidados à natureza, pois principalmente o Rio de Janeiro não tem uma boa estrutura o quanto devia, pois está em meio a montanhas e comprimida pelo mar. Como temos as notícias de que esses temporais não estão só de passagem, devemos começar já a investir em uma boníssima estrutura de revitalização dos esgotos, encostas, e afins. Uma coisa puxa a outra, com o Aquecimento Global, as águas dos mares tem ficado mais quentes, fazendo com que a evaporação se torne mais fácil e sucessiva, assim aumentando as chuvas. Se priorizarmos imediatamente as soluções para as mudanças climáticas, estaremos diminuindo os riscos ao longo do tempo e economizando para que, ao invés de gastar por não termos prevenido, gastarmos com o crescimento e o desenvolvimento do País. E pra fechar, vou dar ênfase também ao aumento dos alimentos, chuva demais, atrapalha a produção agropecuária, sorte que o Rio pelo menos não é um estado tão relevante na produção, mas mesmo assim sofre um pouco. Segundo o economista Luiz Roberto Cunha, da Universidade PUC, as chuvas mais fortes costumam afetar os preços dos alimentos naturais, mas em seguida, com a melhora do clima, eles voltam a cair, não aparecendo tanto na inflação, mas isso, se a chuva parar de cair! Atentemos-nos, pois tudo está ligado a tudo, uma maça podre no meio de outras, as levam a podridão também.
Ao menos uma boa notícia em nossa economia, temos um avanço nesse início de ano, que comparado com a produção de 2009 pode ser considerada boníssima. O IBGE afirmou nessa manha de quarta feira 07/04, o crescimento acima da média nacional, são 5 as regiões, sendo elas: Pernambuco com 11,1%, Goiás com 8,3%, Rio de Janeiro com 2,3%, São Paulo com 2,2% e Minas Gerais fechando com 2%. Na comparação com fevereiro de 2009, todas as regiões proporcionaram um crescimento na produção, refletindo não só a maior produção neste início de ano, como também a baixa base de comparação decorrente dos efeitos da crise econômica internacional.
O Rio de Janeiro está ganhando um destaque a mais no dia de hoje, pois está debaixo d’água, ruas alagadas e desastrosos acidentes. A chuva já ocorre por mais de 17 horas consecutivas. O prefeito afirma “Evitem sair de suas casas”, já o presidente só conclui com “O que nos resta é pedir a Deus para que a chuva pare, e volte tudo ao normal”. As noticias já correm pelo mundo, jornais estrangeiros já comentam sobre as chuvas, o jornal espanhol "El País" enfatiza que entre os mortos há um bebê de cinco meses e um menino de 9 anos, já o colombiano "El Tiempo" afirma, "o problema é de tal magnitude que autoridades recomendaram que ninguém saia de casa", além desses, também teve repercussão no “New York times”, e não são só as áreas desprovidas que estão em situações precárias, eis que o problema é bem maior, até os bairros mais finos estão alagados. A primeira solução é: reconhecer que não são apenas as água de março, não é uma frente fria, e sim, a reação da natureza sobre os efeitos das mudanças climáticas. Além de recursos concretos aos olhos nus, devemos continuar a insistir nas mudanças de hábitos das empresas que são portadoras de grande parte da poluição que contribui para o efeito estufa até aos pequenos atos. Não basta fazer uma coisa só, temos que acordar enquanto já está crítico, antes que fique inviável, precisamos unir uma ação a outra. Hoje, o centro é o Rio, mas São Paulo, Santa Catarina entre outros, não ficam atrás. Com toda essa repercussão lá fora, e já com o assunto dos Royalties, vale-se ressaltar que, tudo isso só influência a duvida “Será que o Rio é mesmo capaz de receber os Jogos de 2016?”. Não é querer ser pessimista, mas acredito eu que a duvida é válida, infelizmente. Precisamos de princípios e organização.
Prorrogada a decisão para a divisão dos Royalties. Se não houvesse os jogos de 2016 e a copa do mundo em 2014, ai sim, poderíamos adquirir a repartição congruente dos Royalties a todos os estados. Mas está se tornando cada dia mais polemico o assunto, os outros estados estão sendo egoístas em querer a igualdade, porém o Rio precisa de uma atenção a mais sim, pela sorte dessa conquista. E quem disse que o resto do Brasil não vai crescer mesmo com o Rio ganhando a maior parte dos Royalties? Diferentemente, se continuar esse “egoísmo” ai sim, nem o Rio nem o Brasil crescerá, pois como já havia dito em meu post anterior, a não capacitação do Rio para os jogos pode ocorrer no cancelamento do contrato. Isso seria absurdamente injusto e vergonhoso. Quando o Brasil tem em mãos uma grande oportunidade para crescer, fazem uma “justa” lei defendendo a igualdade, sendo que o que mais temos é o oposto. Vocês acham mesmo que sendo feita a divisão, o bem vai para os estados? Claro que não. Ao menos 50% vai para o bolso dos "grandes". Já no Rio, a obrigação é de ir para as obras e bens relacionados a capacitação para recebermos a copa e os jogos, então pensemos bem antes de apoiar o lado da divisão, pois isso pode levar a uma grande perda. Essa decisão foi adiada para depois das eleições. Mexam-se.