O Rio de Janeiro está ganhando um destaque a mais no dia de hoje, pois está debaixo d’água, ruas alagadas e desastrosos acidentes. A chuva já ocorre por mais de 17 horas consecutivas. O prefeito afirma “Evitem sair de suas casas”, já o presidente só conclui com “O que nos resta é pedir a Deus para que a chuva pare, e volte tudo ao normal”. As noticias já correm pelo mundo, jornais estrangeiros já comentam sobre as chuvas, o jornal espanhol "El País" enfatiza que entre os mortos há um bebê de cinco meses e um menino de 9 anos, já o colombiano "El Tiempo" afirma, "o problema é de tal magnitude que autoridades recomendaram que ninguém saia de casa", além desses, também teve repercussão no “New York times”, e não são só as áreas desprovidas que estão em situações precárias, eis que o problema é bem maior, até os bairros mais finos estão alagados. A primeira solução é: reconhecer que não são apenas as água de março, não é uma frente fria, e sim, a reação da natureza sobre os efeitos das mudanças climáticas. Além de recursos concretos aos olhos nus, devemos continuar a insistir nas mudanças de hábitos das empresas que são portadoras de grande parte da poluição que contribui para o efeito estufa até aos pequenos atos. Não basta fazer uma coisa só, temos que acordar enquanto já está crítico, antes que fique inviável, precisamos unir uma ação a outra. Hoje, o centro é o Rio, mas São Paulo, Santa Catarina entre outros, não ficam atrás. Com toda essa repercussão lá fora, e já com o assunto dos Royalties, vale-se ressaltar que, tudo isso só influência a duvida “Será que o Rio é mesmo capaz de receber os Jogos de 2016?”. Não é querer ser pessimista, mas acredito eu que a duvida é válida, infelizmente. Precisamos de princípios e organização.
Espero falar de coisas boas amanha,
Juliana.
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