Digamos que, a prevenção é a melhor solução de fato. Estamos deixando de prevenirmos-nos por costume, falta de atitudes e princípios. Já nos fica claro que, não prevenindo, os problemas estão virando uma bola de neve e criando uma proporção gigantesca da qual não teríamos se tivéssemos mais percepção do obvio. O que eu quero dizer é que, com as tragédias causadas pelas chuvas vale-se lembrar que, precisamos refazer um plano de duração contínua com os cuidados à natureza, pois principalmente o Rio de Janeiro não tem uma boa estrutura o quanto devia, pois está em meio a montanhas e comprimida pelo mar. Como temos as notícias de que esses temporais não estão só de passagem, devemos começar já a investir em uma boníssima estrutura de revitalização dos esgotos, encostas, e afins. Uma coisa puxa a outra, com o Aquecimento Global, as águas dos mares tem ficado mais quentes, fazendo com que a evaporação se torne mais fácil e sucessiva, assim aumentando as chuvas. Se priorizarmos imediatamente as soluções para as mudanças climáticas, estaremos diminuindo os riscos ao longo do tempo e economizando para que, ao invés de gastar por não termos prevenido, gastarmos com o crescimento e o desenvolvimento do País. E pra fechar, vou dar ênfase também ao aumento dos alimentos, chuva demais, atrapalha a produção agropecuária, sorte que o Rio pelo menos não é um estado tão relevante na produção, mas mesmo assim sofre um pouco. Segundo o economista Luiz Roberto Cunha, da Universidade PUC, as chuvas mais fortes costumam afetar os preços dos alimentos naturais, mas em seguida, com a melhora do clima, eles voltam a cair, não aparecendo tanto na inflação, mas isso, se a chuva parar de cair! Atentemos-nos, pois tudo está ligado a tudo, uma maça podre no meio de outras, as levam a podridão também.
Juliana.